Qual é a função da citocina?

Perguntado por: acustodio . Última atualização: 17 de maio de 2023
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Citocinas são proteínas que têm a função de sinalização, mediando funções celulares. São produzidas pela imunidade inata e adaptativa de modo breve e autolimitado, que só ocorre em resposta a antígenos. São agentes secretados por um tipo de célula imunológica que estimula um outro tipo de célula.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As citocinas são substâncias necessárias para a resposta inflamatória, favorecendo a cicatrização apropriada da ferida. No entanto, a produção exagerada de citocinas pró-inflamatórias a partir da lesão pode manifestar-se sistemicamente com instabilidade hemodinâmica ou distúrbios metabólicos.

Têm uma vida média curta. Estas só estimulam as células com receptores específicos na membrana da célula alvo, têm uma ação extremamente potente. São moléculas pleiotrópicas (podem atuar sobre muitos tipos celulares diferentes). São também redundantes ( várias citocinas podem efetuar as mesmas ações).

Impacto dos baixos níveis de Ocitocina
No geral, a baixa quantidade de ocitocina tem o efeito inverso da quantidade saudável. Isso pode causar tristeza, tensão, estresse, baixa na libido, apatia e antipatia, dores musculares e ansiedade.

A resposta imune natural ou inata é a primeira linha de defesa do organismo, já estando presente na pessoa desde o seu nascimento. Assim que o microrganismo invade o organismo, essa linha de defesa é estimulada, sendo caracterizada pela sua rapidez e pouca especificidade.

Podemos classificar a imunidade de diferentes formas: inata ou adaptativa e ativa ou passiva. A imunidade inata é aquela presente em todos os organismos desde o nascimento, enquanto a adaptativa é aquela que adquirimos durante a vida.

Junto com a dopamina, a serotonina e a endorfina, a ocitocina faz parte do grupo chamado de “neurotransmissores da felicidade”. Eles possuem a função de aumentar as sensações de bem-estar e diminuir estresse, ansiedade e melhorar quadros depressivos.

As citocinas diferem dos hormônios endócrinos porque são produzidas por diversos tipos de células e por exercerem a maioria de seus efeitos localmente ou através de comunicação “célula a célula“. Quando produzidas em excesso, agem como hormônios, alcançando a corrente sangüínea.

Os linfócitos diz respeito às células que fazem parte do sistema imunológico, denominadas também de glóbulos brancos. Eles são responsáveis pela defesa do organismo e atuam na destruição de agentes infecciosos. Existem dois principais tipos dessas células que são: linfócitos T e os linfócitos B.

A inflamação é a resposta de proteção normal do corpo a uma lesão. Ocorre quando os nossos glóbulos brancos lutam para nos proteger de uma infecção, por exemplo por bactérias ou vírus.

Em pessoas que têm inflamação crônica, níveis de diversas citocinas podem estar elevados. Isso inclui a interleucina-6 (IL-6), a proteína C reativa (PCR), bem como o fator de necrose tumoral alfa (TNF-a), a interleucina-1 beta (IL1B) e o leucotrieno B4 (LTB4).

A Interleucina 6 (IL6) é a principal miocina produzida pelo músculo esquelético em atividade, tem efeito lipolítico e pró-inflamatório agudo. A IL-6 aumenta no exercício, sinalizando a inflamação aguda, mas leva ao aumento de outras interleucinas como a IL-1ra e a IL- 10 que apresentam efeito anti-inflamatório crônico.

A febre é o resultado de pirógenos exógenos que induzem a liberação de pirógenos endógenos, como interleucina-1 (IL-1), fator de necrose tumoral (FNT)-alfa e IL-6 e outras citocinas, que então deflagram os receptores de citocinas, ou dos pirógenos exógenos que desencadeiam diretamente os receptores toloides.

A citocina IFN- também parece estar envolvida na resposta febril do Poli I:C. Adicionalmente, esses PAMPs podem diretamente ativar áreas cerebrais relacionadas a febre, conforme dados obtidos nos experimentos com cultivo primário neuroglial.

As citocinas do TH-2 estão ligadas a situações de rejeição e DEVH crônico(4, 70).