Quando não usar bandagem?

Perguntado por: alima . Última atualização: 31 de maio de 2023
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Especialmente quando são utilizadas sem conhecimento ou sem estarem totalmente indicadas. Quando se aperta excessivamente uma bandagem, pode-se causar uma síndrome de compressão. Isso ocorre quando o sangue oxigenado não pode chegar a todas as partes devido a compressão.

Cuidados na aplicação das bandagens terapêuticas
No caso de dores e/ou disfunções de origem desconhecidas, afecções dermatológicas, processos infecciosos e feridas abertas, o uso das bandagens terapêuticas não é indicado.

Segundo ela, o Método Therapy Taping também age de modo a recuperar a musculatura fraca e a postura correta. Isso ocorre porque a bandagem provoca estímulos sensoriais na pele, que são enviados por vias nervosas até o córtex cerebral, retornando uma resposta adequada à musculatura.

A bandagem elástica, ou Kinesio taping, é uma técnica criada no Japão, nos anos 1970, pelo quiropraxista Kenzo Kaze para auxiliar no tratamento de lesões ao exercer pressão e força sobre músculos e articulações, promovendo apoio a estabilidade.

É mister destacar que a realização de bandagens pelo Enfermeiro deve estar relacionadas ao seu campo de atuação, como por exemplo, na prevenção de quedas, no auxílio à deambulação, no tratamento de úlceras, etc.

Dependendo da marca e do modelo da bandagem, ela pode permanecer na pele por volta de 5 dias. Você pode, inclusive, praticar esportes na água ou tomar banho sem necessidade de substituir a fita.

A utilização das bandagens alivia as dores pós-cirúrgicas, pois diminui a capacidade do músculo esticar-se em excesso ou realizar toda força de um movimento sozinho. Dessa forma, a bandagem funciona em parceria com o músculo, diminuindo esforço necessário.

O paciente permanece de 5 a 7 dias com o taping, realizando a retirada do mesmo com a fisioterapeuta durante o primeiro atendimento pós-operatório. Após aplicação no intraoperatório, o taping ainda poderá ser utilizado em mais alguns atendimentos pós-operatórios.

A bandagem elástica pode ficar na pele de 5 a 7 dias e não substitui a cinta modeladora, devendo-se associar as técnicas. Cabe ao fisioterapeuta especializado avaliar qual o melhor corte a ser aplicado e as tensões que serão empregadas nas fitas.

Ataduras devem começar da esquerda para a direita; Eles devem ter a pressão correta para manter uma boa circulação; As bandagens não devem ser dolorosas e devem permitir a mobilidade das partes não envolvidas na lesão.

Ao contrário do que se pensa, as cores não influenciam na efetividade da bandagem, as cores são apenas um fator estético.

“Após o procedimento o paciente pode seguir com a vida normal: pode trabalhar, dormir, tomar banho sem risco da fita perder sua capacidade autoadesiva. É importante ressaltar ainda, que a bandagem não possui medicação alguma, e é ativada por calor”, acrescenta Vinícius.

No geral, podemos classificá-las entre dois tipos: bandagens não-elásticas que também são conhecidas como bandagens rígidas e as bandagens elásticas. As bandagens rígidas tem como função gerar o suporte necessário para os músculos e as articulações, limitando o movimento.

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É segura e pode ser aplicada a desportistas de elite, atletas amadores e até em pacientes geriátricos e pediátricos. A fita deu assim origem ao método Kinesio Taping, consistindo na aplicação de bandas (bandas neuromusculares) sob a pele.