Quem eram os Eupátridas na sociedade ateniense?

Perguntado por: eduarte . Última atualização: 21 de maio de 2023
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Eupátridas: Eram os bem nascidos, membros da aristocracia ateniense, grandes proprietários de terras e escravos. Inicialmente, possuíam amplos poderes sobre o governo da pólis, mas depois de algumas reformas, em especial a de Sólon, o seu poder acabou se tornando mais limitado.

A sociedade ateniense era formada por três principais camadas sociais: os cidadãos atenienses, os metecos e os escravos.

Os Eupátridas, Demiurgose e Thetas foram inseridos em Atenas porque os Eupátricas era descendentes da elite fundadora como os Esparciatas. Demiurgose eram trabalhadores das cidades, enquanto os Thetas eram marginalizados e sem terras, muitas vezes sendo comerciantes.

Os escravos, ali chamados de hilotas, eram conseguidos por meio das vitórias militares empreendidas pelas tropas espartanas. Não dando grande importância às práticas comerciais, por causa de sua cultura xenófoba, a escravidão não articulava um comércio de seres humanos no interior desta sociedade.

A escravidão em Esparta
Essas pessoas eram chamadas de hilotas e foram subjugadas desde que os espartanos conquistaram o local e passaram a dominar a população. Os hilotas realizavam todo tipo de tarefas, desde as agrícolas até as domésticas, e eram adquiridos também através de guerras ou do comércio.

Somente os homens livres, de pai e mãe ateniense, maiores de 18 anos e nascidos na cidade eram considerados cidadãos. As mulheres, escravos e estrangeiros não desfrutavam de nenhum tipo de participação política.

A sociedade ateniense era censitária, ou seja, o critério de posição social se davam em função da renda do indivíduo. Havia mobilidade social, ou seja, um indivíduo poderia passar de nível social conforme ficasse mais rico ou mais pobre. A sociedade ateniense era escravista. A escravidão em Atenas era por dívidas.

Entre os séculos IX a.C. e I a.C. a Grécia passou por quatro formas de governo diferentes: monarquia, oligarquia, tirania e democracia.

Comerciantes, artesãos, mulheres, escravos e estrangeiros não eram considerados cidadãos. Assim, estes grupos não tinham direitos políticos e participação nas decisões da comunidade. Para os gregos, a cidadania era um bem inestimável.

Relativamente aos escravos, o que os distinguia dos homens livres é a perda de liberdade e de direitos. Podiam ser escravos por serem filhos de escravos ou prisioneiros de guerra.

politeísta

Religião. A religião da Grécia Antiga era politeísta. Ao receber a influência de vários povos, os gregos foram adotando deuses de outros lugares até constituir o panteão de deuses, ninfas, semideuses e heróis que eram cultuados tanto em casa como publicamente.

O objetivo fundamental dos demiurgos era transformar a estrutura política da cidade-Estado, permitindo a participação de mais pessoas. A crise sociopolítica que tomava conta de Atenas só foi contornada no momento em que os legisladores entraram em cena.

A começar por suas origens, podemos ver que enquanto os espartanos descenderam dos guerreiros dóricos, os atenienses são originários dos povos responsáveis pela formação da tradicional civilização creto-micênica.

Inicialmente, a escravidão ocorria por dívidas, pois, com a importação de cereais mais baratos das áreas coloniais, muitos georgóis se endividaram e perderam suas terras, transformando-se em escravos. Algumas decisões passavam pelo povo sob a forma de democracia direta, excluídos aqueles considerados não-cidadãos.

Atenas (nome proveniente da deusa grega Atena) é uma cidade localizada ao sul do território grego e na antiguidade desenvolveu poder na região. Seu solo não muito fértil dificultava o acesso a alimentos como o trigo e a sobrevivência de toda a população.

As polis gregas eram divididas em duas partes: a Ástey (zona urbana) e a Khora (zona rural), sendo formadas por casas, ruas, muralhas e espaços públicos.

As primeiras pessoas a serem escravizadas na colônia foram os indígenas. Posteriormente, negros africanos seriam capturados em possessões portuguesas como Angola e Moçambique, e regiões como o Reino do Daomé, e trazidos à força ao Brasil para serem escravizados.