Que eram os eupátridas?

Perguntado por: efreitas . Última atualização: 19 de maio de 2023
4.6 / 5 18 votos

Eupátridas: Eram os bem nascidos, membros da aristocracia ateniense, grandes proprietários de terras e escravos. Inicialmente, possuíam amplos poderes sobre o governo da pólis, mas depois de algumas reformas, em especial a de Sólon, o seu poder acabou se tornando mais limitado.

Eram os proprietários de terras e escravos. Devido a riqueza emprestavam dinheiro para os pequenos proprietários, que caso não houvesse pagamento da dívida perdiam bens e sua liberdade, tornando-se assim escravos dos eupátridas.

Em cerca de 8 a.C., durante o período em que colocou a monarquia sob "restrições", é que os eupátridas tiveram o seu apogeu como classe dominante dos principais centros do mundo grego. Controlavam a justiça, em especial na sua esfera administrativa e atuavam como poder público.

O termo médicas se refere à forma como os gregos chamavam os persas, de medos. A expansão da Pérsia ameaçou os domínios gregos, e o motivo principal da guerra foi a reação grega à invasão persa na Grécia Continental.

A sociedade ateniense era formada por três principais camadas sociais: os cidadãos atenienses, os metecos e os escravos.

Georgóis: pequenos proprietários, sem direitos políticos. Thetas: camponeses, sem direitos políticos.

Na democracia ateniense, os cidadãos eram iguais perante as leis, considerando-se como cidadão o homem com mais de 18 anos, nascido em Atenas e filho de pais atenienses. As duas principais instituições dessa democracia eram a Bulé, o conselho que formava as leis, e a Eclésia, a assembleia que tomava as decisões.

A história da democracia ateniense pode ser compreendida à luz de uma série de transformações sofridas pela sociedade e economia ateniense. Até os séculos VII e VI, o poder político ateniense era controlado por uma elite aristocrática detentora das terras férteis de Atenas: os eupátridas ou “bem nascidos”.

As cidades-estado eram conhecidas como poleis, plural de “pólis”, palavra da qual deriva o termo “política”.

As polis gregas eram divididas em duas partes: a Ástey (zona urbana) e a Khora (zona rural), sendo formadas por casas, ruas, muralhas e espaços públicos.

A religião era uma cosmogonia em que a vivência espiritual dos gregos se sustentava em crenças formuladas a partir de fenômenos que o homem não conseguia explicar. Nessa cosmogonia, os deuses não teriam criado o universo, mas seriam parte dele.

A sociedade espartana era dividida em três estamentos compostos por esparciatas,periecos e hilotas. Os esparciatas eram homens livres, considerados os mais ricos e poderosos da cidade, que possuíam privilégios econômicos e políticos.

Os persas eram descendentes dos indo-europeus, que primeiro começaram a povoar a região ao leste da Mesopotâmia, cerca de 6000 a.C. Acredita-se que essas levas imigratórias se estenderam até 2000 a.C., quando os povos começaram a se estabelecer melhor na região, abandonando o nomadismo.

Declínio grego
Por fim, os gregos foram derrotados pelos macedônicos e dominados por eles. Registro da Batalha das Termópilas, uma das batalhas mais famosas das Guerras Médicas.

A causa da guerra se deveu ao fato de que os persas estavam expandindo o seu território, a conquistar colônias gregas e dominavam, assim, o comércio do Mar Egeu. Os gregos não aceitavam essa hegemonia e entraram na disputa pelas terras da Ásia Menor.

Os gregos estavam constituídos de vários povos como os aqueus, jônios, dóricos, tribos áticas, etc. Consideravam que seu herói fundador era Heleno, um adivinho que é retratado na obra "Odisseia" e chamavam a si mesmo de “helenos”.

Relativamente aos escravos, o que os distinguia dos homens livres é a perda de liberdade e de direitos. Podiam ser escravos por serem filhos de escravos ou prisioneiros de guerra.

Esparta e Atenas eram as principais cidades-estados da Grécia Antiga e ambas queriam impor o seu domínio sobre os gregos. As disputas de interesses entre espartanos e atenienses provocaram a Guerra do Peloponeso.

A religião da Grécia Antiga era politeísta. Ao receber a influência de vários povos, os gregos foram adotando deuses de outros lugares até constituir o panteão de deuses, ninfas, semideuses e heróis que eram cultuados tanto em casa como publicamente.

Esparta e Atenas foram cidades-estado da Grécia Antiga com profundas diferenças culturais, sociais e políticas. Esparta e Atenas são os exemplos máximos da heterogeneidade da organização social que existia dentro de cada polis (cidade independente), da antiga civilização grega.

Os escravos, ali chamados de hilotas, eram conseguidos por meio das vitórias militares empreendidas pelas tropas espartanas. Não dando grande importância às práticas comerciais, por causa de sua cultura xenófoba, a escravidão não articulava um comércio de seres humanos no interior desta sociedade.