Quem foi Rousseau o que ele defendia?

Perguntado por: urodrigues7 . Última atualização: 19 de fevereiro de 2023
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Rousseau era a favor do “contrato social”, forma de promover a justiça social que dá nome a sua principal obra. Apregoava que a propriedade privada gerava a desigualdade entre os homens. Segundo ele, os homens teriam sido corrompidos pela sociedade quando a soberania popular tinha acabado.

A Democracia é uma forma de governo que, segundo Rousseau, seria possível somente no contexto ideal de um Estado pequeno no qual reinasse uma situação de igualdade e liberdade entre os cidadãos.

Segundo o filósofo Jean-Jacques Rousseau, “o ser humano nasce bom, a sociedade o corrompe” a corrompe”. A frase nos leva a perceber que as ações do ser humano não passam de um reflexo do meio em que o sujeito indivíduo vive e se constrói.

AS CONTRIBUIÇÕES DE JEAN JACQUES ROUSSEAU NA EDUCAÇÃO
Rousseau destaca que para adquirir conhecimento o aluno deve ser “livre”, deixar que adquira experiência naturalmente. Para ele Criança deve ser criança, porém é importante que convivam com razão, assim se tornaram adultos equilibrados.

A ideia de democracia em Rousseau situa-se numa ação efetiva que conduza à sua concretização, onde os interesses arbitrários do indivíduo devem dar lugar à construção coletiva daquilo que permite que todos possam ser iguais.

A verdadeira liberdade, para Rousseau, seria viver num grupo de cidadãos que procuram agir de acordo com o interesse da coletividade, em que os desejos pessoais convergissem para o que fosse melhor para todos e que as leis evitassem que pessoas agissem de forma egoísta.

O contrato social é fundamentado em um pacto convencional, por meio do qual os cidadãos, em condições justas, abrem mão de seus direitos individuais e consentem com o poder de uma autoridade na qual depositam confiança. O Estado, resultante desse acordo tem o dever de proteger os cidadãos.

Foi considerado um dos principais filósofos do Iluminismo e um precursor do Romantismo. Suas ideias influenciaram a Revolução Francesa. Em sua obra mais importante "O Contrato Social" desenvolveu sua concepção de que a soberania reside no povo.

É por conta do convívio social que o homem, para Rousseau, torna-se mau, mesquinho e egoísta. De acordo com o filósofo, a desigualdade social é um dos principais motivos pelos quais a sociedade é capaz de corromper o homem.

Rousseau defende totalmente a educação natural ou primeira, porque a lei sempre está preocupada somente com os bens e tão pouco com as pessoas, por terem como objetivo a paz e não a virtude, assim é a família que transmiti ao filho os verdadeiros valores de um bom cidadão, apesar que é a sociedade que molda as crianças ...

Rousseau pensava a educação guiada não pelo divino e nem pelo destino e sim pela razão. Ele propunha uma educação que tomasse conhecimento do homem como essência e ao mesmo tempo ética, ou seja, um homem ideal para a sociedade que deveria integrar-se.

Para Rousseau, ao professor na figura do preceptor caberia a tarefa de pensar a educação como um processo formativo da criança de modo independente, no qual a criança seja capaz de descobrir o caminho natural e não naquela educação imposta pela ação do adulto ou adultos em forma de coletividade.

Assim, a cidadania em Rousseau pressupõe participação políticana elaboração da vontade geral, mas também fiscalização no alcance das diretrizes estabelecidas por esta vontade geral. Resta dizer que o cidadão não está acima da lei, mas dela é também súdito, por mais que seja soberano quando de sua elaboração.

Principais Ideias
Rousseau era a favor do “contrato social”, forma de promover a justiça social que dá nome a sua principal obra. Apregoava que a propriedade privada gerava a desigualdade entre os homens. Segundo ele, os homens teriam sido corrompidos pela sociedade quando a soberania popular tinha acabado.

Rousseau afirma que o ser humano é naturalmente bom. Em estado de natureza, viveria uma vida isolada dos demais, plenamente livre e feliz. O indivíduo seria o "bom selvagem" inocente e incapaz de praticar o mal, como os outros animais.

Rousseau recupera a ideia da benevolência dos homens por meio das categorias piedade e empatia, como elementos da bondade natural, sendo as bases da relação entre indivíduo e sociedade no seu suposto estado de natureza.

Para ele, o conceito de sociedade civil é inseparável da noção de totalidade, isto é, da luta entre as classes sociais, e integra sua mais densa reflexão sobre o Estado ampliado.