O que diz em 2 Reis 4?

Perguntado por: abelem6 . Última atualização: 27 de maio de 2023
4.5 / 5 11 votos

4 Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas, e põe à parte a que estiver cheia. 5 Partiu, pois, dele, e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos; e eles lhe traziam as vasilhas, e ela as enchia.

2º Reis 4. A passagem da bíblia da multiplicação do azeite da viúva é uma das mais lindas. Mostra o poder da obediência e da fé em fazer o que profeta Eliseu ordenou, conforme direção de Deus.

O POUCO NAS NOSSAS MÃOS É SÓ O POUCO, MAS O POUCO NAS MÃOS DE DEUS SE TORNA MUITO! Você pode olhar para a sua célula hoje e pensar que é pouco. Você pode olhar para o seu trabalho hoje e pensar que é pouco.

Na leitura de 2 Reis, observamos constantemente o contraste entre homens de fé que respeitaram a vontade de Deus e os rebeldes que agiram contra as orientações divinas. Em um episódio após outro, percebemos a gravidade do pecado e de suas consequências.

Na sociedade patriarcal, a elas somente era permitido sobreviver com amparo do esposo, do filho ou do pai. Por isso, tanto na Bíblia Hebraica como no Novo Testamento, elas, ao lado dos ór- fãos, compõem os representantes, por excelência, dos mais pobres e oprimidos. A necessidade básica é o sustento diário.

Um azeite reservado a todos. Há qualidades reservadas a alguns e há a qualidade do Gallo Reserva, um azeite especial criado especialmente para todos. Um azeite com uma personalidade forte, pela combinação de aromas e sabores ricos e persistentes.

O azeite na Bíblia significa a presença de Deus.
O transbordar do azeite remete especificamente ao Espírito Santo. No Antigo Testamento o azeite era utilizado na unção de reis e sacerdotes.

Na Igreja atual, o azeite de oliva que foi consagrado (abençoado por portadores do Sacerdócio de Melquisedeque) para propósitos sagrados é usado em várias cerimônias sagradas, inclusive em bênçãos dos enfermos.

4, 2) diz que essa mulher era a viúva de Obadias, mordomo de Acabe, e que o dinheiro emprestado mencionado no texto tinha sido gasto no sustento dos cem profetas que ele escondeu e sustentou (I Rs. 18:4, 13).

Quando o oleiro está fazendo seu vaso, com o barro ainda molhado, ele pode pegar o vaso recém-terminado, reamassar o barro e começar tudo de novo. Ao contrário, a botija é uma obra pronta, com o material endurecido, de modo que não pode mais ser reesculpido. Neste sentido, os cristãos somos botijas.

E o credor, por direito legal, queria levar seus filhos para serem vendidos como escravos, a fim de quitar a dívida.

Por que estudar esse livro? O livro de II Reis descreve a história do reino de Israel, ao norte, e do reino de Judá, ao sul, concentrando-se nos sucessos e fracassos espirituais de cada reino. O livro também explica por que Israel e Judá perderam a proteção do Senhor e foram conquistados.

Ela não contava com o socorro de nenhum outro. Como resposta à ardente súplica de Eliseu, Deus devolveu a vida ao menino. Maravilhosa resposta à fé desta mulher, que encontrou seu filho ressuscitado. Para ela, apenas Eliseu, o homem de Deus, podia conseguir que o menino voltasse a viver.

Ao estudar esse livro, os alunos podem aprender verdades que vão ajudá-los a entender a importância de adorar ao Senhor em Seu templo, casar dentro do convênio, fazer escolhas corretas e ouvir a voz mansa e delicada do Senhor.

II Reis é um dos livros históricos do antigo testamento da Bíblia, vem depois de I Reis e antes de I Crônicas. Possui 25 capítulos. Narra a história do profeta Eliseu (sucessor do profeta Elias) e dos reis de Israel e Judá, dando prosseguimento aos acontecimentos narrados no livro de I Reis.

Jeremias

A autoria tradicionalmente é atribuída a Jeremias, com exceção do último capitulo de 2 Reis, que deve ter sido escrito por alguém que viveu na Babilônia, e não no Egito, onde passou seus últimos dias.

“O mesmo rei é juiz supremo, que encarna a majestade judicial de Deus. Ele é o nor- te que orienta a esperança de um Estado ideal do povo.

Isso porque naquele tempo, a viuvez, principalmente no caso da mulher, fazia com que sua condição econômica e social mudasse drasticamente em virtude do contexto social da sua época. Além da angústia, a mulher perdia a proteção legal do esposo que, normalmente, a colocava em situação de pobreza e penúria.

1. Mulher a quem morreu o cônjuge e que não contraiu novas núpcias.

Continuar lendo O QUE DIZ 2 Reis 20 5?