Pode haver erro na biópsia?

Perguntado por: imoreira . Última atualização: 21 de maio de 2023
4.9 / 5 13 votos

Segundo Soares, existem vários tipos de erros, como de amostragem, interpretação, ou porque o caso é realmente difícil. E a maioria deles ocorre, diz, por falta de experiência dos laboratórios que fazem os exames.

Se a biópsia for negativa
Isso é conhecido como um resultado falso-negativo. Portanto, se o médico ainda suspeitar que o paciente tenha câncer de próstata, devido o alto nível do PSA, ele poderá sugerir: A realização de exames laboratoriais, como sangue, urina ou amostras de biópsia da próstata.

Se os resultados forem 0 ou 1+, o câncer é HER2 negativo. Pacientes com tumores HER2 negativo não são tratados com medicamentos que têm como alvo a HER2. Se o resultado for 3+, o câncer é HER2 positivo. Os pacientes com tumores HER2 positivos podem ser tratados com medicamentos como o trastuzumabe.

Saber se um tumor é maligno ou benigno acontece somente com a execução de exames por imagem e o resultado da biópsia. Portanto, o acompanhamento médico é a melhor forma para ter precisão no diagnóstico e orientação para tratamentos eficazes que procuram restabelecer a qualidade de vida no menor tempo possível.

Radiografia - um raio-x rotativo ou panorâmico dos maxilares pode ser feito para detectar a suspeita de um câncer ou avaliar, por exemplo, a arcada dentária antes de tratamentos como radioterapia ou quimioterapia.

Os resultados de todos os exames Papanicolau realizados tiveram como conclusão ausência de malignidade, ou seja, todos os achados dos materiais examinados da amostra estavam dentro dos limites de normalidade.

Essa categoria significa que não foram encontradas sinais de câncer, pré-câncer ou outras anormalidades significativas.

O resultado do exame deve ser interpretado pelo médico que solicitou e pode indicar ausência de células cancerígenas (nódulo benigno) ou presença de células cancerígenas ou tumorais (nódulo maligno).

No Hospital São José, que é vinculado à Beneficência Portuguesa, entre os casos de tumor no pulmão descoberto após um exame de PET (tomografia por emissão de pósitrons, um teste de imagem nuclear), a biópsia revela que 25% dos casos têm o diagnóstico errado.

No Grau 2 ou grau intermediário ou moderadamente diferenciado, as Células têm divisão um pouco mais rápida do que as células normais, enquanto que no Grau 3 ou alto grau ou pouco diferenciado, o crescimento celular já é acelerado, desorganizado.

Com a biópsia, é possível saber qual é o tipo do câncer, seu local de surgimento e de que forma ele se desenvolveu. Ele pode ser: – Carcinoma Ductal In Situ: afeta os ductos da mama, que são os canais que levam o leite. Esse tipo de câncer de mama não atinge outros tecidos.

A análise microscópica da amostra retirada durante a biópsia é feita pelo médico patologista e visa confirmar, ou não, a presença de câncer. Em caso positivo, será possível determinar o tipo da lesão, o grau e a fase da doença. Quanto maior é o grau, mais agressivo é o tumor.

Assim que a biópsia é concluída, o médico patologista examina as amostras de tecido ou fluido sob um microscópio, procurando por células anormais ou cancerosas. O laudo patológico, que pode levar de uma a duas semanas para ser concluído, é enviado ao médico do paciente.

Pontuação Gleason
A pontuação varia de 6 a 10, dependendo da agressividade do câncer, sendo 10 a forma mais agressiva. Grau de risco ou agressividade, com base na Pontuação Gleason: 6 ou 7: câncer de risco baixo ou intermediário. Entre 8 e 10: câncer de alto risco.