Por que se cobra no candomblé?

Perguntado por: etavares . Última atualização: 28 de maio de 2023
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É a grande cobra que morde a cauda, representando a continuidade do movimento e do ciclo vital. A cobra é dele e é por isso que no Candomblé não se mata cobra. Sua essência é o movimento, a fertilidade, a continuidade da vida.

O Orixá Oxumaré (também conhecido como Oxumarê) representa a cobra arco-íris, que traz as características do animal como a mobilidade, agilidade e destreza. Ele mora no céu e viaja através do arco-íris para a Terra.

É certo, porém, que cada pai de santo tem autonomia para determinar o valor de seu serviço, e esse preço pode variar muito em função da reputação do adivinho. Normalmente, aqueles que estão ainda se estabelecendo no mercado tendem a cobrar valores não muito altos, algo que pode variar entre R$ 15,00 e R$ 30,00.

As cobras também são associadas à bruxaria porque os feiticeiros as utilizam para fazer magia negra para assustar ou ferir inimigos. Alguns quenianos acreditam que ver ou sonhar com uma cobra significa que você ou alguém amado vai morrer.

Características de Oxumaré
Seus símbolos são ebiri, serpente, círculo e bradjá. Os elementos de Oxumaré são o céu e a terra.

No candomblé, não há idéia de bem e mal como coisa inconciliável. Quem faz essa oposição é o mundo cristão. Para o afro, o bem e mal são faces da mesma moeda e estão presentes em todas as coisas. O Exu deve ser pago pelo seu trabalho como todo deus mensageiro em qualquer tradição religiosa.

Não deixar passar a mão na cabeça. Não deixar os sapatos emborcados. Não dormir de barriga pra cima. Não usar roupas rasgadas ou remendadas.

A assessoria de comunicação da influencer explica à Marie Claire que, dentro do candomblé, raspar a cabeça é uma grande prova do seu amor e devoção ao espírito, é o desprendimento da vaidade, em nome da fé.

Candomblé é uma religião afro-brasileira, que foi trazida pelos africanos escravizados. Umbanda é uma religião brasileira que mescla elementos do catolicismo, espiritismo, e religiões afro-brasileiras.

Os filhos de Oxumaré não apreciam a monotonia ou repetitividade no seu dia-a-dia, mulheres ciumentas, a mesma comida todo dia, locais fechados ou abafados, pessoas inoportunas (os aproveitadores), pessoas de natureza iracunda ou irritantes ou mal-humorados.

Significado de Arrobobô
substantivo masculino [Folclore] Saudação ao orixá Oxumarê.

Ówó = dinheiro. Osogiyan = uma qualidade de Osalá relacionado com o inhame novo.

Estar com o corpo sujo em um ritual é considerado falta grave, como ele sublinha: Na religião da gente, se você fizer sexo, você não pode participar do ritual, [...] a pessoa está de corpo sujo! De alma suja.

Para que seja possível determinar a quais orixás um indivíduo pertence, ele precisa recorrer aos saberes oferecidos pelo jogo de búzios. O jogo de búzios consiste basicamente no lançamento de dezesseis conchas, também conhecidas como cauris, em uma peneira.

A cobra é vista como símbolo da sabedoria, entretanto, ela pode representar os dois lados da sabedoria. Assim, como aprendemos a ver o mundo de forma mais simples, a partir da dicotomia, a sabedoria também pode ser usada para o bem e o mal. A cobra então pode representar manipulação ou perspicácia.

Pomba gira 7 cobras | Extra.

POMBA GIRA TATA MULAMBO.

Xangô

Xangô é o orixá da justiça e dos raios nas religiões de matriz africana no Brasil. É considerado um orixá jovem, forte, ágil, bondoso e justo.

Conheça mais sobre Oxumaré – O Orixá sincretizado com São Bartolomeu. Sendo representado pela figura da cobra e do arco-íris, Oxumaré é um Orixá masculino que simboliza a permanência, a continuidade, a riqueza e a fortuna.

Para Verger (1999), “Oxumarê apresenta-se como uma serpente que morde a sua própria cauda, formando assim um círculo fechado. Simbolizando a força vital do movimento e de tudo o que é alongado, ele sustenta a terra impedindo-a de desintegrar-se”.

Mas afinal, o que é uma ekedi? Gracila Medeiros, ekedi em um terreiro de candomblé, explica que, dentro da religião, a palavra representa um cargo feminino, tido por mulheres que “não incorporam”, ou “entram em transe”, ou seja, não recebem um orixá, termo que abrange as divindades que compõem a religião.