Quais são as vias de aplicação?

Perguntado por: osales . Última atualização: 23 de maio de 2023
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São as vias intravenosa, intramuscular, subcutânea, respiratória e tópica, entre outras.

Os locais usuais para a aplicação de injeção IM são: o músculo deltóide (região deltóide — D), os músculos da região glútea (região dorso-glútea — DG e região ventro-glútea — VG) e os mús- culos da face lateral da coxa (região da face ântero-lateral da coxa) — FALC).

Podemos administrar via oral (boca), retal (ânus), sublingual (embaixo da língua), injetável (intravenoso), dermatológica (pele), nasal (nariz) e oftálmica (olhos), dentre outras.

Via parenteral é a via de administração de medicamentos através de injeção. Esse é um dos principais formatos para medicar pacientes, oposto à via enteral. Estudando cada nomenclatura, fica fácil compreender seu funcionamento, porque ambos os nomes vêm da palavra grega enteron, que se refere ao intestino.

Via subcutânea é aquela que permite a injeção de um medicamento diretamente no tecido subcutâneo. Como o nome sugere, esse tecido fica abaixo da camada superficial da pele (a derme) e acima do tecido muscular.

A via enteral ocorre quando o medicamento entra em contato com qualquer um dos segmentos do trato gastrointestinal. Este é composto pela boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, reto e ânus.

Locais de Aplicação:
-Face superior externa do braço; -Região anterior da coxa; -Face externa da coxa; -Região abdominal (entre os rebordos costais e as cristas ilíacas); -Região superior do dorso.

É a administração de uma solução estéril na veia, diretamente na circulação sanguínea. A administração de medicamentos por via intravenosa, também chamada endovenosa, pode ser feita por acesso periférico ou central. Garantir acesso rápido ao sistema circulatório.

Qual a diferença entre via intravenosa e endovenosa? Na verdade, os termos são sinônimos, pois ambos descrevem a aplicação de um composto diretamente na veia do paciente. Ou seja, não há diferença real entre via intravenosa e endovenosa.

Via intradérmica: a administração ocorre em pequena quantidade entre a pele e o tecido subcutâneo. É uma via de absorção muito lenta, utilizada principalmente na administração da vacina BCG. O local comumente utilizado é a face anterior do antebraço e o volume máximo é de 0,5 mL.

O ângulo para a aplicação da IM contribui para a dor relacionada ao procedimento. As aplicações devem ser realizadas em ângulo de 90º a fim de garantir que a agulha atinja o músculo, reduzindo dessa maneira a dor.

A injeção deve ser aplicada profundamente no tecido subcutâneo. Caso seja utilizada uma agulha de 1,2 cm, o ângulo de inserção deverá ser de 90º, ou seja: perpendicular à superfície cutânea. Já as injeções com agulhas de 1,5 cm são inseridas num ângulo de 45º.

Músculos indicados para a administração e volume permitido em adultos são: Vasto lateral da coxa: até 4 ml. Região Dorso Glútea – Quadrante Superior Externo: até 5 ml. Região Ventro Glútea: até 4 ml.

Medicação endovenosa é aquela ministrada diretamente na veia do paciente. Ela pode ser feita por acesso venoso periférico ou profundo.

Via subcutânea (SC)
Na utilização da via subcutânea a solução é introduzida na hipoderme, ou seja, na camada subcutânea da pele, sendo apropriada para administrar soluções não irritantes que necessitam ser absorvidas lentamente, assegurando uma ação contínua. O volume máximo é de 1,5 ml.

As vias de administração são as formas como a medicação entra em contato com o organismo para exercer sua ação farmacológica. Elas podem ser divididas em dois grupos principais: enterais (via oral, sublingual e retal) e parenterais (via endovenosa, intramuscular e subcutânea, entre outros).

A maior diferença está na forma como é ministrada a fórmula nutricional no paciente. Enquanto que na nutrição enteral ele irá receber os nutrientes através de uma sonda que estará ligada ao estômago ou intestino dele, na nutrição parenteral ele irá receber esses nutrientes diretamente no sangue.

Agulha azul: com calibre de 25 x 0,6mm, essa agulha hipodérmica pode ser usada em administrações por vias subcutânea e endovenosa, além de coletas de sangue, dependendo da anatomia do paciente, por ter um calibre fino e delicado.

É a administração de medicamentos na mucosa oral, sob a língua. Essa via possibilita um efeito sistêmico rápido, pois além das substâncias ativas serem absorvidas diretamente para a circulação sanguínea, não são metabolizadas pelo fígado.

As vias injetáveis e sublinguais merecem destaque quando o assunto é a velocidade de absorção de fármacos. Isso porque facilitam a passagem do ativo para o organismo quando comparadas com outras vias (como a oral) e sofrem menos interferência das atuações do metabolismo.