Quais são os tipos de Maria Navalha?

Perguntado por: dmoura . Última atualização: 20 de janeiro de 2023
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MARIA NAVALHA MALANDRA: As que trabalham na falange dos Malandros costumam ter denominações complementares típicas dos mesmos, como: do Morro, da Ladeira, da Lapa, do Forró, do Samba, da Madrugada, da Esquina, do Asfalto, da Boemia, Pé de Valsa, e outros.

Mesmo existindo pombagiras e malandras com os mesmos nomes, por exemplo, Malandra Maria Quitéria e Pombagira Maria Quitéria, (e para Maria Quitéria vamos ter baianas e até outras denominações) cada uma delas vai manifestar um mistério que se organiza hierarquicamente no plano astral e se divide por entre as linhas.

São mais livres e passionais em suas manifestações, usando trajes mais coloridos e alegres que os tradicionais vermelho e preto das Guardiãs. Também gostam muito de usar chapéu e lenço (usados também por algumas Marias Navalhas Pombas Giras).

Contam que foi amante de Zé Pelintra e até que o matou! Que ela teve trinta e três maridos, amantes estrangeiros etc. Dona Maria Navalha entrou para a história e virou mito.

Os filhos desse Orixá são pessoas extremamente pessimistas e teimosas que adoram exibir os seus sofrimentos, daqueles que procuram o caminho mais longo e difícil para atingir algum fim. Deprimidos e depressivos, são capazes de desanimar o mais optimista dos seres; acham que nada pode dar certo, que nada está bom.

Há lendas que contam que 7 Navalhas foi uma das mulheres de Zé Pelintra e que por isso eles podem trabalhar juntos. De personalidade forte, Sete Navalhas possui grande paciência e derruba qualquer um que tenta passá-la para trás ou seus cavalos.

O que mais incomodava era os homens que o rodeavam, Maria sempre alertava José que muitos que sentavam na mesa com ele pra jogar carteado eram lobos em pele de cordeiro. E assim aconteceu, Zé foi enganado por um dos que diziam ser seu parceiro e acabou por falecer.

As oferendas para os Malandros variam entre sardinhas fritas, farofa de carne seca, petiscos, churrasco, camarões, cravos para os homens e rosas para as entidades femininas.

Malandra Maria Navalha leve as minhas dores na aba do seu chapéu, me livrando das tristezas, mágoas e conflitos, desata os nós da minha vida. Com a força de Oya, Maria Navalha me conceda proteção, hoje, agora e sempre.

De acordo com as pesquisas de Reginaldo Prandi, “Maria Padilha, talvez a mais popular pombagira, é considerada espírito de uma mulher muito bonita, branca, sedutora, e que em vida teria sido prostituta grã-fina ou influente cortesã.”

Uma menina abandonada não tem muita opção, e logo ela foi introduzida no mundo da “vida noturna” e da malandragem, onde teve famosos mestres e mestras que a iniciaram na vida noturna. Foi nas ruas, cabarés e bares que a jovem Maria construiu sua fama e adquiriu seu “apelido”.

Vara curta e onça brava, ela é Maria Navalha. Era a semana antes do carnaval. Sábado, 15 de fevereiro de 2020. Acabava de completar 45 anos e ia festejar na gira de exu para firmeza do carnaval.

Casada com o empresário Brenno Souza Meneguel, de 34 anos, e mãe de Manoel, de 9 anos (ela adotou o menino quando ele era bebê), Maria, de 61, derrete-se ao falar sobre o filho.

Muito confundida com a Cigana, Sete facadas é uma Pomba Gira que trabalha para solucionar problemas relacionados em amor e sexualidade. Vencedora de demandas, Sete Facadas, trabalha com suas facas, para cortar qualquer mal que possa vir atingir seus protegidos.

São mais livres e passionais em suas manifestações, usando trajes mais coloridos e alegres que os tradicionais vermelho e preto das Guardiãs. Também gostam muito de usar chapéu e lenço (usados também por algumas Marias Navalhas Pombas Giras).

Zé Pelintra é a figura icônica do malandro nos terreiros do Brasil. Já a figura feminina que ocupa um lugar de protagonismo nas rodas da malandragem e nas giras dos exus é a pombagira.

Contam as histórias que Rosa da Lapa foi uma das primeiras Malandras da Umbanda. Desencarnou ainda jovem, despertava o olhar de homens e mulheres, por onde quer que passasse e veio a falecer pela inveja e cobiça das pessoas que a cercavam.

Acender as velas na posição vertical, numa base resistente ao calor, não inflamável, como vidro ou metal. Não acender próximo a correntes de ar, ventiladores, ventiladores de teto, para evitar queima irregular e rápida, além de evitar surto de chamas e fuligem. Não acender velas em ambiente pouco ventilado.