Qual a diferença entre osteoblastos osteoclastos e osteócitos?

Perguntado por: dmendes . Última atualização: 20 de maio de 2023
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Os osteócitos são células situadas no interior das lacunas da matriz; os osteoblastos são células relacionadas à síntese da parte orgânica da matriz e estão localizados na sua periferia; e os osteoclastos são células móveis, ocorrendo, portanto, em várias partes do tecido.

Os osteócitos são as células ósseas maduras, localizadas em lacunas, no interior da matriz óssea depositada pelos mesmos no estágio que eram osteoblastos. Caracteristicamente, são células menores do que os osteoblastos, devido ao reduzido citoplasma perinuclear.

Os osteoclastos são células muito grandes que resultam da fusão de várias células do sistema fagocitário mononuclear, têm origem em células que se originam na medula óssea, e estas por sua vez originam os monócitos e os macrófagos (varias células fundem-se e dão origem aos osteoclastos).

Os osteoclastos são células responsáveis pela reabsorção óssea, por meio da desmineralização e degradação da matriz óssea. Essa célula destaca-se por ser grande, apresentar vários núcleos e apresentar mobilidade.

Osteoblastos são responsáveis pela formação de novo tecido ósseo (deposição da matriz óssea), enquanto os osteoclastos são responsáveis por remover o tecido ósseo ali presente (reabsorção óssea) e, consequentemente, liberar cálcio e outros minerais na circulação sistêmica.

O osteoclasto é uma das células mais especializadas do corpo humano, tendo como principal função a reabsorção óssea, através de um conjunto de enzimas, moléculas de adesão e mecanismos de reconhecimento que permitem um equilíbrio entre a reabsorção e a deposição de osso.

são células multinucleares. são células que sintetizam a matriz óssea.

Os ossos são revestidos nas superfícies interna e externa por membranas conjuntivas denominadas endósteo e periósteo, que promovem nutrição do tecido ósseo e possuem células osteoprogenitoras, importantes para o crescimento e reparação do osso.

Suas células são: Osteócitos, que se situam em cavidades chamadas lacunas; os osteoblastos, produtores da parte orgânica da matriz; e os osteoclastos, células gigantes, móveis, multinucleadas, que reabsorvem o tecido ósseo, participando dos processos de remodelação óssea.

O cálcio é o mineral mais abundante no corpo humano e é essencial para a mineralização de ossos e dentes e para a regulação de eventos intracelulares em diversos tecidos.

A medula óssea é constituída de células-tronco hematopoiéticas e dos capilares sinusóides, revestidos por células endoteliais descontínuas. O estroma é constituído de células e fibras reticulares (colágeno do tipo III), onde podem ser observadas a presença de macrófagos e adipócitos.

Regulação da bioquímica óssea
Para a homeostase do Ca, três hormônios estão envolvidos com grande importância no controle do seu metabolismo: a vitamina D ativa, o paratormônio (PTH) e a calcitonina.

Os componentes celulares provém de duas linha- gens, ambas mesenquimais – a célula osteoprogenitora, que origina osteoblastos e osteoclastos.

Há duas linhagens no tecido ósseo: linhagem osteoblástica e linhagem osteoclástica.

Quando uma força consistente é aplicada a um dente, a atividade osteoclástica decompõe o osso na arcada, permitindo que o dente se mova. Ao mesmo tempo, a atividade osteoblástica cria um osso novo para preencher o espaço deixado pelo dente.

A homeostase do sistema esquelético está na dependência de uma remodelação óssea equilibrada, ou seja, da dinâmicabalanceada entre a atividade dos osteoblastos, células de formação óssea, e osteoclastos, células de reabsorção óssea. Este balanço é firmemente controlado pelo sistema imune.

Basicamente a diferença entre elas é que a osteoporose é uma doença onde ocorre perda de osso e risco de fratura, e a osteopenia indica apenas a redução da massa óssea, que quando não tratada, pode se agravar, levando a osteoporose. Geralmente, a osteopenia antecede a osteoporose.

Os GCs aumentam a atividade dos osteoclastos, células ósseas responsáveis pela reabsorção óssea, promovendo um aumento da perda de massa óssea e diminuindo a função dos osteoblastos, células ósseas responsáveis pela formação da matriz óssea.

A progesterona também participa do metabolismo ósseo, sobretudo da síntese de matriz óssea(11,17). Ela estimula a proliferação e diferenciação das células osteoprogenitoras(15) e atua nos osteoblastos, regulando a secreção de fatores de crescimento e estimulando a aposição e mineralização ósseas(11).